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Laurimar Pires

Psicóloga

Mãe, Mulher e Guerreira

O aprendizado da faculdade de Psicologia e os anos de trabalho na área nos ajudaram a superar os desafios... 

Durante as últimas décadas a submissão feminina e as desigualdades sociais reduziram e, muitas vezes, até anularam o empoderamento feminino.

Na história da nossa civilização, em muitos momentos, as mulheres tiveram seus direitos ignorados e, na maioria das vezes, negados, sendo elas consideradas meros objetos da propriedade de seus senhores (pais e maridos).

Com o advento da Constituição Federal de 1988 no Brasil, a Carta Maior trouxe dentre os direitos e garantias fundamentais, no seu art. 5o, de que: “ Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza”.

Surge aí um caminho a ser construído para a efetiva aplicação dessa regra.

Muito já foi feito até o momento, mas ainda assim, existem espaços, falhas, onde os Poderes Municipal, Estadual e Federal não conseguem, de fato chegar, e efetivamente corrigir anos de repressão e abandono aos efetivos direitos das mulheres.

Outro ponto bastante relevante que diz respeito ao direito das mulheres, relaciona-se com a sanção, em 2006, da lei 11.340 (Lei Maria da Penha), a qual representou um grande avanço e uma importante ferramenta de apoio e proteção mais efetiva na garantia dos direitos das mulheres e na tentativa de desconstrução da violência tão arraigada em nossas origens.

A questão da violência contra a mulher pode ser entendida como um fenômeno social e cultural. E por estar assim tão enraizada em nossa cultura por muitas vezes, bem além da violência física e do feminicídio, a violência tem vieses mais sutis e ainda mais cruéis.

Podemos falar da falta de tratamento humanizado para gestantes, da dilapidação patrimonial sofrida por tantas mulheres, assédio sexual e moral, violência psicológica, mulheres que são subjugadas por seus companheiros que usam os filhos como escudos para continuarem atacando e humilhando aquela mulher, ameaçando assim sua maternidade e tantas outras violações que ocorrem a todo momento.

 

A violência contra as mulheres em todas suas formas, infelizmente, é um fenômeno que atinge mulheres de todas as idades, religiões, classes sociais, origens e escolaridade.

A Lei Maria da Penha é uma importante ferramenta de enfrentamento e busca de equilíbrio. Todavia, o advento da Lei não mudou a questão da violência, que ainda permanece no nosso cenário, considerando a crescente a violência contra as mulheres. Neste caso, são necessárias ações articuladas e coordenadas entre as instituições governamentais, não -governamentais e a comunidade para que, realmente, possa-se reduzir, efetivamente, a violência contra as mulheres.

Nesse contexto surge a FABE – Força Articulada do Bem.

Somos um grupo de pessoas determinadas a combater a violência contra as mulheres em todas as suas formas, proteger a família e a fazer o bem ao próximo. Juntos seremos sempre mais fortes!

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Diagramação e arte final: nodestaque.com.br